Às vezes sou vento, às vezes uma pedra. Outras vezes sou água que se filtra com facilidade. Às vezes sou fogo que queima na roupa; sou silêncio e ao mesmo tempo o grito. Sou música na dança, sou inúmeras coisas. Mas na maior parte do tempo sou humano que erra, que aprende e com certeza se engana.
Pela janela vi muita gente se molhar e eu fiquei admirando a chuva. Nestes dias de chuvas a rua fica vazia, está tudo muito quieto, muito calmo, um silêncio agradável, mais ou menos como tenho me sentido há algum tempo. Tudo parece mais simples. Vejo a tranquilidade nas certezas do que quero, do que sinto, de quem me deixa feliz. Nada do que está ao redor será capaz de desmanchar a serenidade que não consigo comparar com mais nada...
(Alex Contente)
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