segunda-feira, 25 de abril de 2022

FELIZVERSÁRIO, MÃE!

Rugas no rosto
De Alma serena
Da rosa Helena
A obra de arte
Da qual sou parte.
Dos seus braços
Só risos de flor
O amor floreSeu.

p

poeta Alex Contente

quinta-feira, 21 de abril de 2022

POESIA DE DEUS

Lembro de um dia 
No desmaio da verdade
A vida mais que desarrumada
Que projetava o fim
E depois o recomeço do nada
Recompondo o território
Mais perto de nosso Deus
Cada vez mais engrandecido
Da força que embala tudo
Planejado com os pés no chão...

poeta Alex Contente

quarta-feira, 20 de abril de 2022

NO DIA EM QUE NOIVEI COM ELA

Há 9 anos, numa tarde chuvosa de abril de 2013, numa ilha que era isolada de Belém (mas que hoje não é mais), Cotijuba, proferindo verdades nonsense: questões típicas de quem tá quase chegando na velhice. A vó, ainda viva (e hoje vive na presença de Deus), festejando o noivado sob o calor dos aplausos. Foi literalmente uma comunhão familiar à primeira vista e desde então a soma é a trilha sonora de nossas vidas - e haja saudades! Coisas que permeiam a existência e alimentam a sobrevivência. Logo depois, casei-me com ela - Leka.


poeta Alex Contente

quinta-feira, 17 de março de 2022

ESTAREI SEMPRE ONDE O AMOR ESTIVER


Bem que tento compreender
Que viver é muito mais
Que sonhamos em paz
Sempre lembro da vida
E hoje lembrei de vocês
Longe de mim, bem longe
Noutro lugar tão longe daqui
Bem distante de mim
Até penso que o amor já morreu
(Embora saiba que ele nunca morre)

Sem esquecer eu vou relembrar
O que existe nas lembranças
De vocês em mim, fato
Sonho de qualquer lugar
A nossa casa, nossa conversa
Não posso esquecer, jamais
O sonho é livre, é nosso
A esperança é única
Não falha jamais
Lembro da nossa viagem
Aonde quer que estejamos
O nosso papo não morreu
Mesmo que longe daqui
Ainda que longe de mim
Pensamos e repensamos
Vivemos e revivemos
Aonde vamos sempre estar.

poeta Alex Contente

sábado, 24 de julho de 2021

AH, SACOMÉ, NÉ?!

Não quero que ninguém fique zangado ou chateado comigo ou que ache que eu estou metido a besta (porque magro e abusado já sou, longe do meu domínio rsrs).

Mas é que às vezes a gente se sente sem graça, que nem chuva caindo na vidraça. Então, nesses dias, prefiro ficar sozinho em casa, na minha própria companhia - sem tumulto, sem máscara, sem álcool (opa, melhor com álcool), e sem falatório - no meu retiro espiritual, dentro das lembranças de coisas guardadas na memória existencialista d'alma.

Sei, vocês talvez nunca me entenderão; assim também como jamais me revelarei...

Beijos no coração de cuscuz de cada um de vocês!

poeta Alex Contente

sábado, 19 de junho de 2021

NÃO SE PODE SER TÃO INGRATO

Há quanto tempo ando pela noite
Porém, estou querendo rever isso
Bem longe dos ventos frios
E de moscas perturbadoras
Além de muriçocas que socam.
Deixo a jia entrar pela janela
Entre cds e livros de cinderela
Deixo ela assustar minh'alma
Pra revelar a distância de mim
Que há no suave medo matagal
Pois ela sabe quem eu sou
Mas, nunca sei quem ela é.

poeta Alex Contente

quarta-feira, 26 de maio de 2021

POESIA EXISTENCIAL

A tarde arde no céu... da boca.
Os abraços que se vão
enquanto a chaleira despeja vida
aos cactos do coração.
Não há sonhos nem almofadas
desenhadas no arco-íris.
Somente agonia na existência
do (eu) - doeu - ser. 

poeta Alex Contente

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

2021

Bem, estamos em 2021. O ano 2020 já é passado há alguns dias. Não tenho saudade dele. Até tenho de alguns anos que já se passaram (aqueles que se arrastaram fortemente na minha louca e saudosista caminhada)... mas o de 2020, não, pois só deixou feridas acesas no coração de todo mundo. Que em 2021 seja diferente, bem diferente mesmo do seu antecessor, que não chego a detestá-lo, porém, não gosto de recordá-lo. Parece que ele não trouxe vida (ou não quisesse que ninguém mais vivesse), apenas lamentos, dores e mortes. Muitas. Milhares. No palco da vida. Sem adeus.

Em 2020 poetizei muito menos ou quase nada. No entanto, mantive o peso. Mudei de casa. Orei. Fiz poucos amigos. Tiveram também aqueles momentos sem noção, aquela certa dose de nonsense, para afastar os maus fluidos e equilibrar a paz espiritual.

E espero que a partir deste ano seja o melhor que trago em mim durante os muitos outros anos. E há de ser. Em tudo.

poeta Alex Contente

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

POESIA À SAUDADE

A lembrança sempre a rodar
Fazer a minha vida entristecer 
Pensei no tempo daquele café
Nem amargo nem doce demais
Adocicando um beijo de paz
Não consigo parar de pensar
Mais do que a razão abraçou
Onde nasce a fonte do amor
Até hoje nas noites maldormidas
Procuro encontrar todo aquele
Carinho correspondido de tudo
Aquilo que aconteceu comigo
Para que a saudade sempre apareça...

by poeta Alex Contente

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UM BEIJO, MINHA MÃE

poeta Alex Contente  

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