Quando você for passear pela Praça da República e de repente observar a roda de pivetes quase todos menores (e também quase todos negros) cheirando cola, lembre-se de que estão à mercê da própria sorte, abandonados pelo poder, que está se lixando para o futuro deles.
E nada interessa para eles, nem mesmo o batuque contagiante do Pavulagem nem a história contada do maestro Waldemar Henrique. Seus olhos estão virados para o roubo, ao mundo do crime, às drogas.
Para eles, entretanto, ninguém é cidadão.
Antecipe sua colaboração quando você for dar uma volta na Praça da República.
Pense neles. Ore por eles. Ajude-os...
(Alex Contente)
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