* Todos os nomes aqui são fictícios, nascidos e amamentados pelos seios de uma mente que adora embalar as tolices apenas para se divertir, que antes viviam vagando pelos sete buracos do cabeçudo que vos escreve, e que, por ora, estar deixando de lado o pipo, a pipoca e a preguiça...
Marco Brasa, filho de um fazendeiro corrupto da pequena cidade Mando Eu Obedece Tu, adora se divertir em festa rave rodeada de machos. Marco também é um obstinado comedor de cu de vacas.
Certo dia, cansado de suas fodas animalescas, ele vai morar em São Paulo, onde acaba virando gogo boy em boate GLBT, adotando o pseudônimo de Marcão. Porém, logo se decepciona em sua empreitada de dançarino, porque vivia sendo assediado por caminhoneiras masculinizadas. Marcão, que era acostumado a meter nos bichos, não queria dar, podia gostar, e não demorou muito viu sua figura desmoronar...
Chateado, convidou os pais a morar com ele. Fez curso de moda e, inspirado em Boy George - com penteado cheio de laquê -, topou ser o recheio de revista especializada ao público gay. Numa tarde de lançamento de sua G Magazine, viu os olhos de uma fã brilharem, na verdade brilhavam porque ela queria dizer que ele estava pior do que o Robin quando quer dar pro Batman. Marcão, de bundão para o mundão era o título da revista.
A essa altura seus pais já estavam enfartando por conta do sexy appeal do filho, que posou com uma jiboia de 2 metros enrolada no corpo, já imaginando como comeria o rabo da cobra.
(Alex Contente)
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
MÃE ZAFINA
* Todos os nomes aqui são fictícios, nascidos e amamentados pelos seios de uma mente que adora embalar as tolices apenas para se divertir, que antes viviam vagando pelos sete buracos do cabeçudo que vos escreve, e que, por ora, estar deixando de lado o pipo, a pipoca e a preguiça...
Mãe Zafina é uma mãe de santo das brabas que, em suas consultas mediúnicas, diz trazer na hora o seu grande amor (nem que seja à base de porrada de cassetete) e dependendo da generosa gratificação que a pessoa caridosamente disponibiliza, mãe Zafina, com toda serventia própria dos ‘cabocos papacu’, providencia até o epitáfio do ''trazido'': Aqui jaz um malcriado que Mãe Zafina foi buscar.
A culpa de ter esse nome de bruxa dos tempos da Inquisição, foi de sua mãe Esmeraldina Calu, que, fanha, ao invés de registrá-la como Safira registrou-a como Zafina. E quem acompanhava dona Esmeraldina no cartório era a madrinha de Zafina, dona Estelita Constança, uma preta capricorniana teimosa que nem o cão e que vivia desafiando o Diabo, e que não sabia ler nem escrever. Porém, uma safadeza de que dona Estelita aprendeu na vida e nunca mais se esqueceu foi de ter tido um caso extraconjugal com Godofredo Leôncio Triste, pai de Zafina e esposo de Esmeraldina - um coveiro aposentado, corcunda, que ficou surdo do lado esquerdo do ouvido, e está quase pra ficar também do direito, depois de ter levado um safanão dos ‘cabocos’ ensandecidos que abusam sexualmente da dinâmica espiritual da amante, quando recebe, arreganhada, ''doações espontâneas''. Leôncio Triste é quem examina com atenção e prudência as feridas causadas pela penitência prazerosa de sua sofrida amante, arrombada acrobaticamente nas posições kamasutrianas, sem dó nem piedade, pelos espíritos completamente tarados e pervertidos...
(Alex Contente)
Mãe Zafina é uma mãe de santo das brabas que, em suas consultas mediúnicas, diz trazer na hora o seu grande amor (nem que seja à base de porrada de cassetete) e dependendo da generosa gratificação que a pessoa caridosamente disponibiliza, mãe Zafina, com toda serventia própria dos ‘cabocos papacu’, providencia até o epitáfio do ''trazido'': Aqui jaz um malcriado que Mãe Zafina foi buscar.
A culpa de ter esse nome de bruxa dos tempos da Inquisição, foi de sua mãe Esmeraldina Calu, que, fanha, ao invés de registrá-la como Safira registrou-a como Zafina. E quem acompanhava dona Esmeraldina no cartório era a madrinha de Zafina, dona Estelita Constança, uma preta capricorniana teimosa que nem o cão e que vivia desafiando o Diabo, e que não sabia ler nem escrever. Porém, uma safadeza de que dona Estelita aprendeu na vida e nunca mais se esqueceu foi de ter tido um caso extraconjugal com Godofredo Leôncio Triste, pai de Zafina e esposo de Esmeraldina - um coveiro aposentado, corcunda, que ficou surdo do lado esquerdo do ouvido, e está quase pra ficar também do direito, depois de ter levado um safanão dos ‘cabocos’ ensandecidos que abusam sexualmente da dinâmica espiritual da amante, quando recebe, arreganhada, ''doações espontâneas''. Leôncio Triste é quem examina com atenção e prudência as feridas causadas pela penitência prazerosa de sua sofrida amante, arrombada acrobaticamente nas posições kamasutrianas, sem dó nem piedade, pelos espíritos completamente tarados e pervertidos...
(Alex Contente)
terça-feira, 13 de novembro de 2012
CICERO SPIRROW
* Todos os nomes aqui são fictícios, nascidos e amamentados pelos seios de uma mente que adora embalar as tolices apenas para se divertir, que antes viviam vagando pelos sete buracos do cabeçudo que vos escreve, e que, por ora, estar deixando de lado o pipo, a pipoca e a preguiça...
Nascido no Brasil, filho de uma família de classe média alta e de sobrenome de origem inglesa, Cicero Spirrow rapidinho desenvolveu talentos para boiolices ante ao desespero incubado de seus pais liberais, adeptos do naturalismo. Spirrow que passou a ser chamado de Espirro, porque um garotinho (meio retardado) lhe perguntou qual era o significado de seu nome, enquanto estavam na sala de aula, quando de repente Spirrow, que estava resfriado, soltou bem alto um estrondoso espirro, chamando atenção do colégio todo, até de Terezão, uma sapatão que tem a mania de pendurar suas cuecas sujas no varal do quintal, que faz fundo para a escola. E assim Espirro surgiu. Por causa do apelido engraçado sofreu bullying e virou um playboy com a camisa do Batman estampada no peito, que usava quando frequentava festas GLS. Deixou o cabelo crescer e pintou de arara, pois dizia que queria ser diferente e destacar-se nesse mundo underground.
Revoltado sem a mesada dos pais, e mais gayzinho ainda, foi se convertendo aos poucos para a ''frescuridade''. Fazia bicos para arranjar um trocado, como ser ''avião'' de traficantes incubados.
Certo dia, se deu mal - foi pego em flagrante plantando maconha e preso, podendo recorrer. O que não quis, preferindo exercitar de uma vez seu lado mulher que há muito se escondia atrás da nudez escancarada de seus pais nudistas.
Já na cadeia, Espirro deu pro delegado, pro escrivão, pro juiz, pro promotor, pro advogado de defesa e, pra ser cortês, também deu pro de acusação. E após uma saraivada curra, foi liberado para novamente se submeter a mais uma sessão de ‘’tortura’’ com os outros detentos a mando do delegado Rocha, de plantão, que participou apenas como voyeur. De boca e cu assados e feliz por ter liberado com gosto seu lado feminino, conheceu, na frenética e glamorosa boate gay ‘’Mamãe Quero Ser, Papai não Permite’’, o homem que viria a ser seu grande amor - Jeremias Picasso.
E cada vez mais alargamente dando para o amado Picasso, Espirro aprendeu bacanal de Tae Kwon Do com os demais presos foragidos...
(Alex Contente)
Nascido no Brasil, filho de uma família de classe média alta e de sobrenome de origem inglesa, Cicero Spirrow rapidinho desenvolveu talentos para boiolices ante ao desespero incubado de seus pais liberais, adeptos do naturalismo. Spirrow que passou a ser chamado de Espirro, porque um garotinho (meio retardado) lhe perguntou qual era o significado de seu nome, enquanto estavam na sala de aula, quando de repente Spirrow, que estava resfriado, soltou bem alto um estrondoso espirro, chamando atenção do colégio todo, até de Terezão, uma sapatão que tem a mania de pendurar suas cuecas sujas no varal do quintal, que faz fundo para a escola. E assim Espirro surgiu. Por causa do apelido engraçado sofreu bullying e virou um playboy com a camisa do Batman estampada no peito, que usava quando frequentava festas GLS. Deixou o cabelo crescer e pintou de arara, pois dizia que queria ser diferente e destacar-se nesse mundo underground.
Revoltado sem a mesada dos pais, e mais gayzinho ainda, foi se convertendo aos poucos para a ''frescuridade''. Fazia bicos para arranjar um trocado, como ser ''avião'' de traficantes incubados.
Certo dia, se deu mal - foi pego em flagrante plantando maconha e preso, podendo recorrer. O que não quis, preferindo exercitar de uma vez seu lado mulher que há muito se escondia atrás da nudez escancarada de seus pais nudistas.
Já na cadeia, Espirro deu pro delegado, pro escrivão, pro juiz, pro promotor, pro advogado de defesa e, pra ser cortês, também deu pro de acusação. E após uma saraivada curra, foi liberado para novamente se submeter a mais uma sessão de ‘’tortura’’ com os outros detentos a mando do delegado Rocha, de plantão, que participou apenas como voyeur. De boca e cu assados e feliz por ter liberado com gosto seu lado feminino, conheceu, na frenética e glamorosa boate gay ‘’Mamãe Quero Ser, Papai não Permite’’, o homem que viria a ser seu grande amor - Jeremias Picasso.
E cada vez mais alargamente dando para o amado Picasso, Espirro aprendeu bacanal de Tae Kwon Do com os demais presos foragidos...
(Alex Contente)
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
BATE CHARQUE
* Todos os nomes aqui são fictícios, nascidos e amamentados pelos seios de uma mente que adora embalar as tolices apenas para se divertir, que antes viviam vagando pelos sete buracos do cabeçudo que vos escreve, e que, por ora, estar deixando de lado o pipo, a pipoca e a preguiça...
Zé Carlos finalmente conseguiu montar sua tão sonhada ''Pizzaria Tok de Chef''. Com excelente cardápio variado de massas, não demorou muito para conquistar a confiança e lealdade de uma clientela seleta. E esfomeada.
Mas quem toma conta é o filho mequetrefe Juninho Beterraba, com o apoio perturbador da desmiolada mulher Cleonice Paspalhona, a Louca.
Chico Colher, um velho mulato e fã incondicional de Bruce Lee, é o esfomeado que mais bate ponto no local. Sabe um pouco de caratê e até ensaiou uma luta para estrear o saguão da pizzaria. Faz também aulas de boxe (onde mais serve de cobaia para as crises neuróticas do instrutor) simplesmente com o intuito de se defender das peias de putas cruéis dos bordéis que assiduamente frequenta, e de onde de lá quase sempre sai nu. E dessa putarada toda, a mais cruel chama-se Jacira, que atende pela alcunha masoquista ‘’Jacira Malagueta’’, devido à prática impiedosa de lascar pimenta na região erógena dos machos frouxos que não conseguirem apagar seu fogaréu sexual. Já no segundo pavimento mora Laura, a puta velha de vulva atrofiada mais antiga da zona, que comanda de lá mesmo do alto, a animada Pensão da Bate Charque.
Bate Charque é o pseudônimo de Matilde Saldanha, uma dondoca que adora trepar e por este singelo gosto fez de sua casa, localizada no Centro da Trepação, a pensão mais famosa da cidade. Gulosa como só ela sabe ser e que tem como hobby o voyeur, vive dizendo ao corno do maridão que adora vê-lo batendo no charque, e este para agradá-la vive então batendo o charque, dentro da Pensão Bate Charque, o charque da Bate Charque, sem saber que o charque que ele bate dentro da Pensão Bate Charque é o próprio charque de sua esposa Matilde, que tem como fetiche atender de máscara e camisola branca de renda somente machos dotados. E tanto o velho Chico Colher quanto o mequetrefe Juninho Beterraba começaram a engatinhar a carreira curricular por lá: apalpando massa, metendo lenha no fogo das putas necessitadas de doações, e saboreando com todo gosto o charque da Bate Charque, que, nada besta, já havia dado de comer também para o seu Zé Carlos...
(Alex Contente)
Zé Carlos finalmente conseguiu montar sua tão sonhada ''Pizzaria Tok de Chef''. Com excelente cardápio variado de massas, não demorou muito para conquistar a confiança e lealdade de uma clientela seleta. E esfomeada.
Mas quem toma conta é o filho mequetrefe Juninho Beterraba, com o apoio perturbador da desmiolada mulher Cleonice Paspalhona, a Louca.
Chico Colher, um velho mulato e fã incondicional de Bruce Lee, é o esfomeado que mais bate ponto no local. Sabe um pouco de caratê e até ensaiou uma luta para estrear o saguão da pizzaria. Faz também aulas de boxe (onde mais serve de cobaia para as crises neuróticas do instrutor) simplesmente com o intuito de se defender das peias de putas cruéis dos bordéis que assiduamente frequenta, e de onde de lá quase sempre sai nu. E dessa putarada toda, a mais cruel chama-se Jacira, que atende pela alcunha masoquista ‘’Jacira Malagueta’’, devido à prática impiedosa de lascar pimenta na região erógena dos machos frouxos que não conseguirem apagar seu fogaréu sexual. Já no segundo pavimento mora Laura, a puta velha de vulva atrofiada mais antiga da zona, que comanda de lá mesmo do alto, a animada Pensão da Bate Charque.
Bate Charque é o pseudônimo de Matilde Saldanha, uma dondoca que adora trepar e por este singelo gosto fez de sua casa, localizada no Centro da Trepação, a pensão mais famosa da cidade. Gulosa como só ela sabe ser e que tem como hobby o voyeur, vive dizendo ao corno do maridão que adora vê-lo batendo no charque, e este para agradá-la vive então batendo o charque, dentro da Pensão Bate Charque, o charque da Bate Charque, sem saber que o charque que ele bate dentro da Pensão Bate Charque é o próprio charque de sua esposa Matilde, que tem como fetiche atender de máscara e camisola branca de renda somente machos dotados. E tanto o velho Chico Colher quanto o mequetrefe Juninho Beterraba começaram a engatinhar a carreira curricular por lá: apalpando massa, metendo lenha no fogo das putas necessitadas de doações, e saboreando com todo gosto o charque da Bate Charque, que, nada besta, já havia dado de comer também para o seu Zé Carlos...
(Alex Contente)
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
SOL
A gente precisa contemplar o Sol, pois não resta mais nada a dizer a não ser que a gente precisa contemplá-lo.
E do astro-rei, só nos interessa saber onde está? Pois não há mais nada a dizer...
A gente precisa ver... Se o Sol brincar de se esconder só para não ser visto, e por isso a gente não vê-lo, então não há.
Mas mesmo assim ele poderá ser visto dentro do clarão sobre o mar. Então, já que existe o Sol, onde ele está? É isso que interessa saber. Para crer - e testemunhar - que ele possa estar paquerando a Lua...
(Alex Contente)
E do astro-rei, só nos interessa saber onde está? Pois não há mais nada a dizer...
A gente precisa ver... Se o Sol brincar de se esconder só para não ser visto, e por isso a gente não vê-lo, então não há.
Mas mesmo assim ele poderá ser visto dentro do clarão sobre o mar. Então, já que existe o Sol, onde ele está? É isso que interessa saber. Para crer - e testemunhar - que ele possa estar paquerando a Lua...
(Alex Contente)
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
DESESTÍMULO SEPULCRAL
Sinto vontade de ir embora para a roça, criar galinhas, patos, porcos, bem longe dessa corrupção exacerbada, onde pouco se ouve falar de políticos pilantras (a classe cada vez mais podre do mundo), que só criam leis em favor deles próprios enquanto nos deixam à míngua. Cobram cada centavos de impostos, descaradamente, sem querer saber se vai fazer falta para uma ‘fatia de dignidade’ e embolsam nosso suado dinheiro, deixando-nos à mercê dos urubus. Somos rebaixados a um escalão vergonhoso de cidadania, onde políticos de merda se acham os mais importantes.
Quem agora se desestimulou foi eu...
(Alex Contente)
Quem agora se desestimulou foi eu...
(Alex Contente)
terça-feira, 6 de novembro de 2012
VIDA LOUCA, VIDA BREVE
O quanto nossa vida é passageira. Breves momentos vividos e muitos ainda a viver. No entanto, não temos absolutamente controle de nada quando o assunto se diz respeito ao tempo de vida. A gente se preocupa demais com o que pode vir acontecer amanhã e acabamos por esquecer o dia de hoje. Não nos damos conta - ou fazemos questão de não lembrar - de que o agora é o que importa, pois é o momento diante dos olhos. Na maioria das vezes reagimos com total indiferença por vivermos ‘ocupados’. Enquanto isso, alguns quesitos vão sendo deletados. A verdade é que a vida não espera; nós é que perdemos tempo...
(Alex Contente)
(Alex Contente)
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
FUNERAL DE ROBIN GIBB
Triste e comovente o momento de despedida deste ícone da música. Obrigado Robin Gibb (Bee Gees) pelas lindas canções, que ficarão guardadas em sete chaves dentro de nossos corações. Lamento e hei de lamentar hoje e sempre...
(Alex Contente)
MENORES ABANDONADOS
Quando você for passear pela Praça da República e de repente observar a roda de pivetes quase todos menores (e também quase todos negros) cheirando cola, lembre-se de que estão à mercê da própria sorte, abandonados pelo poder, que está se lixando para o futuro deles.
E nada interessa para eles, nem mesmo o batuque contagiante do Pavulagem nem a história contada do maestro Waldemar Henrique. Seus olhos estão virados para o roubo, ao mundo do crime, às drogas.
Para eles, entretanto, ninguém é cidadão.
Antecipe sua colaboração quando você for dar uma volta na Praça da República.
Pense neles. Ore por eles. Ajude-os...
(Alex Contente)
E nada interessa para eles, nem mesmo o batuque contagiante do Pavulagem nem a história contada do maestro Waldemar Henrique. Seus olhos estão virados para o roubo, ao mundo do crime, às drogas.
Para eles, entretanto, ninguém é cidadão.
Antecipe sua colaboração quando você for dar uma volta na Praça da República.
Pense neles. Ore por eles. Ajude-os...
(Alex Contente)
domingo, 4 de novembro de 2012
POESIA ( SEM ESTRELAS )
A madrugada se revelou pra mim
E a lua decidiu ofuscar seu brilho
E eu perdido em pensamentos indefinidos
Um raio de solidez invadiu minha alma
Não dormi
Saí carregando meus sonhos afora
Cansado de andar noite após noite pelas ruas
Não chorei, não reclamei
Só desabafei:
Noite triste
Sem estrelas no céu!
(Alex Contente)
E a lua decidiu ofuscar seu brilho
E eu perdido em pensamentos indefinidos
Um raio de solidez invadiu minha alma
Não dormi
Saí carregando meus sonhos afora
Cansado de andar noite após noite pelas ruas
Não chorei, não reclamei
Só desabafei:
Noite triste
Sem estrelas no céu!
(Alex Contente)
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