quinta-feira, 1 de junho de 2017

QUE DÓ(R)



Lembro todo dia de minha vó. Sei que ainda lembrarei muito dela. Lamento a falta que ela faz. E hei de lamentar hoje e sempre. Não quero saber o que vão achar disso. Só não vou deixar de pensar. Nunca. Não tenho medo. Assim também como não tenho vergonha desse negócio de gostar de vó.

Hoje a ausência da minha vó intensifica um sabor esquisito, sem graça, marcado profundamente com um nó na garganta...


(Alex Contente)

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