poeta Alex Contente
domingo, 8 de maio de 2022
segunda-feira, 25 de abril de 2022
quinta-feira, 21 de abril de 2022
POESIA DE DEUS
No desmaio da verdade
A vida mais que desarrumada
Que projetava o fim
E depois o recomeço do nada
Recompondo o território
Mais perto de nosso Deus
Cada vez mais engrandecido
Da força que embala tudo
Planejado com os pés no chão...
poeta Alex Contente
quarta-feira, 20 de abril de 2022
NO DIA EM QUE NOIVEI COM ELA
Há 9 anos, numa tarde chuvosa de abril de 2013, numa ilha que era isolada de Belém (mas que hoje não é mais), Cotijuba, proferindo verdades nonsense: questões típicas de quem tá quase chegando na velhice. A vó, ainda viva (e hoje vive na presença de Deus), festejando o noivado sob o calor dos aplausos. Foi literalmente uma comunhão familiar à primeira vista e desde então a soma é a trilha sonora de nossas vidas - e haja saudades! Coisas que permeiam a existência e alimentam a sobrevivência. Logo depois, casei-me com ela - Leka.
poeta Alex Contente
quinta-feira, 17 de março de 2022
ESTAREI SEMPRE ONDE O AMOR ESTIVER
Aonde vamos sempre estar.
poeta Alex Contente
sábado, 24 de julho de 2021
AH, SACOMÉ, NÉ?!
Não quero que ninguém fique zangado ou chateado comigo ou que ache que eu estou metido a besta (porque magro e abusado já sou, longe do meu domínio rsrs).
Mas é que às vezes a gente se sente sem graça, que nem chuva caindo na vidraça. Então, nesses dias, prefiro ficar sozinho em casa, na minha própria companhia - sem tumulto, sem máscara, sem álcool (opa, melhor com álcool), e sem falatório - no meu retiro espiritual, dentro das lembranças de coisas guardadas na memória existencialista d'alma.
Sei, vocês talvez nunca me entenderão; assim também como jamais me revelarei...
Beijos no coração de cuscuz de cada um de vocês!
poeta Alex Contente
sábado, 19 de junho de 2021
NÃO SE PODE SER TÃO INGRATO
Há quanto tempo ando pela noite
Porém, estou querendo rever isso
Bem longe dos ventos frios
E de moscas perturbadoras
Além de muriçocas que socam.
Deixo a jia entrar pela janela
Entre cds e livros de cinderela
Deixo ela assustar minh'alma
Pra revelar a distância de mim
Que há no suave medo matagal
Pois ela sabe quem eu sou
Mas, nunca sei quem ela é.
poeta Alex Contente
quarta-feira, 26 de maio de 2021
POESIA EXISTENCIAL
Os abraços que se vão
enquanto a chaleira despeja vida
aos cactos do coração.
Não há sonhos nem almofadas
desenhadas no arco-íris.
Somente agonia na existência
do (eu) - doeu - ser.
poeta Alex Contente
sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
2021
Bem, estamos em 2021. O ano 2020 já é passado há alguns dias. Não tenho saudade dele. Até tenho de alguns anos que já se passaram (aqueles que se arrastaram fortemente na minha louca e saudosista caminhada)... mas o de 2020, não, pois só deixou feridas acesas no coração de todo mundo. Que em 2021 seja diferente, bem diferente mesmo do seu antecessor, que não chego a detestá-lo, porém, não gosto de recordá-lo. Parece que ele não trouxe vida (ou não quisesse que ninguém mais vivesse), apenas lamentos, dores e mortes. Muitas. Milhares. No palco da vida. Sem adeus.
Em 2020 poetizei muito menos ou quase nada. No entanto, mantive o peso. Mudei de casa. Orei. Fiz poucos amigos. Tiveram também aqueles momentos sem noção, aquela certa dose de nonsense, para afastar os maus fluidos e equilibrar a paz espiritual.
E espero que a partir deste ano seja o melhor que trago em mim durante os muitos outros anos. E há de ser. Em tudo.
poeta Alex Contente
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
POESIA À SAUDADE
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