13 DE ABRIL
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| Praia de Iracema |
O novo ano bate à porta. Carregado de doze meses. Assim como doze apóstolos. Cada dia enraizado no espaço. Estabelecido num determinado tempo. Lugar das horas.
Cada sol, cada chuva, cada peculiaridade. Alegria. E tristeza. Luta. E sofrimento. Vitória. E derrota. Mentira. E verdade. Sonho. E realidade. Lembrança. E saudade. Sabedoria. E loucura. Milagre. E fé. Vida. E morte. Como Deus planejou a vida.
O mundo gira. Todo mundo rodopia. Íntimo. E profundo. De janeiro a janeiro. Dia após dia. Até a volta do Pai Celestial.
E que assim seja.
poeta Alex Contente
Declarando poesias. Égua, que vergonha! Fazer o quê, quem manda ser o ator principal (rs). Pelo menos fiz meu papel de poeta fatal. Tantas águas rolaram desse dia pra cá. Minha vó, por exemplo, não está mais aqui. Foi pro céu. Quase enlouqueci. Mas Deus sabe de tudo. E eu entendi e obedeci. Ainda que a dor vá rolando escondida. E hoje na janela dos sonhos aplausos pra ela, pra alma de borboleta dela.
Detalhe: bêbado e febril, longe do tamanho de um Rimbaud (rs). Sei que a vida é efêmera mas a poesia é eterna. Ao sabor do vento como registro, e com muita história pra contar...
Atrás da Porta, o Malandro de Tanto Amar em plena Flor da Idade. 78 anos!!!
Embriago-me nos teus doces beijos de céu molhado, tanto faz se é no Pará ou no Ceará... não importa, ao seu lado o loop é sempre pai d'égua em qualquer lugar. Seu coração desceu das estrelas. Não, não digas nada, apenas agradeça à lua por celebrar tudo isso com tacacá, maniçoba, pupunha, bacuri e açaí aqui na rua. Amo-te!!!
Indubitavelmente, ela. Ela brinca, pula, dança... Em alguns momentos ela para... e descansa. (na sua e somente dela poltrona) E eu cá comi...