sábado, 24 de julho de 2021

AH, SACOMÉ, NÉ?!

Não quero que ninguém fique zangado ou chateado comigo ou que ache que eu estou metido a besta (porque magro e abusado já sou, longe do meu domínio rsrs).

Mas é que às vezes a gente se sente sem graça, que nem chuva caindo na vidraça. Então, nesses dias, prefiro ficar sozinho em casa, na minha própria companhia - sem tumulto, sem máscara, sem álcool (opa, melhor com álcool), e sem falatório - no meu retiro espiritual, dentro das lembranças de coisas guardadas na memória existencialista d'alma.

Sei, vocês talvez nunca me entenderão; assim também como jamais me revelarei...

Beijos no coração de cuscuz de cada um de vocês!

poeta Alex Contente

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