De onde vim tem carimbó
além de Pinduca, bobó
e o tacacá da Timbó
Muita manga e jambu
para o sopro do bambu
em mar de urubu
Farinha d'água e rebolado
pra sentir a chuva
cair no telhado
E haja molejo
para o caldo de
caranguejo
na orla de Icoaraci
Com brisa de rosas
que vem do Ver-o-Peso
de tantas Cheirosas
Quem vai ao Pará
depois de tomar açaí
não pensa em sair
das bandas de lá
Isso não é falsidade
nem questão de idade
é apenas saudade
Pois tudo isso tem
no estado de poesia
queixa, amor e bem...
Né, Belém, hem?
poeta Alex Contente
Maravilhoso este poema. amei, consegui sentir nele um gostinho de Pará.
ResponderExcluirQue bom... fiquei maravilhado em dividir esse gostinho com você. Cheiros poéticos!!!
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